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Livro Escritores da Periferia

Livro Escritores da Periferia
Uma produção dos alunos da escola Edílson Façanha

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Oficina de Libras na escola, inclusão é direito cidadão


Por Luciana Lenira de Souza*


Lançando um olhar sobre a História dos Surdos, é possível constatar as várias formas de preconceito e discriminação presentes nas ações humanas em busca de fazer a pessoa surda falar oralmente, condição essencial para ser vista como ser humano “normal” e ter aceitação na sociedade majoritária. Esta filosofia do oralismo perpassou as Idades Antiga, Média, Moderna e porque não dizer a Idade contemporânea, nos dias atuais de forma “mascarada” e menos intensa, representando um desrespeito com relação às especificidades de comunicação da pessoa surda. Relatos apresentados por dois surdos, Éden Veloso e Valdecir Maia, em seu livro Aprenda Libras com Eficiência e Rapidez, evidenciam a insistência das pessoas surdas para se comunicarem usando os movimentos das mãos e de todo corpo para expressar seus pensamentos e sentimentos, frente às frequentes proibições/ opressões por parte dos filósofos, cientistas e educadores que acreditavam no treinamento e/ ou procedimentos direcionados ao desenvolvimento da oralização como forma de torná-la aceitável na sociedade.
Mesmo diante da forte interferência e persistência dos que defendiam a oralização ou entendiam a surdez como doença, com possibilidade de cura e reabilitação, bem como, do sentimento de que a pessoa surda era “ineducável” – resultado das tentativas frustrantes do método oral no seu processo de alfabetização-  no final da Idade Moderna o Abade L’Epee protagonizou os primeiros estudos sérios sobre a língua de sinais, iniciativa que originou uma série de movimentos na França e em outros países da Europa. Este movimento impulsionou o fortalecimento da língua de sinais e o enfraquecimento da filosofia do oralismo.

No Brasil, a língua de sinais começou a ser utilizada como mecanismo de instrução às pessoas surdas a partir do dia 26 de setembro de 1857, com a fundação da primeira escola para surdos, pelo professor Eduard Huet, surdo francês que difundiu o alfabeto manual e os métodos de ensino francês no Rio de Janeiro.
 Esta escola foi denominada de INES – Instituto de Educação de Surdos. Durante mais de cem anos a língua de sinais sofreu oscilações devido à persistência dos defensores do método oral. Com o reconhecimento da LIBRAS como meio legal de comunicação através da Lei Nº. 10.426 de 24 de Abril de 2002 bem como sua Regulamentação pelo Decreto Nº. 5.626 de 22 de Dezembro de 2005 ocorreu o fortalecimento da proposta educacional bilíngue para a pessoa surda. Esta proposta consiste no ensino da Libras como língua primeira para a pessoa surda e da Língua Portuguesa na modalidade escrita como segunda língua, no caso do Brasil. Mas não é suficiente apenas a comunidade surda aprender Libras. Esta língua não é patrimônio apenas das pessoas surdas e sim de todos (as) os (as) brasileiros (as). Pensar na Libras como exclusiva das pessoas surdas, sem querer tirar o mérito de ser sua primeira língua, repito, é criar um monopólio que em nada contribui para a inclusão social deste público.
Neste contexto, a escola, espaço singular ao desenvolvimento da aprendizagem de forma sistemática, frente ao movimento de inclusão, precisa priorizar o ensino da Libras a surdos e ouvintes como uma das condições para garantir o acesso, permanência e sucesso escolar dos mesmos. Como falar em respeito à Cultura Surda desconsiderando o ensino da sua língua natural, primeira? De que modo a pessoa surda irá desenvolver-se cognitivamente e socialmente se não lhe é permitido ou estimulado o seu meio de comunicação natural? São questões pertinentes ao entendimento da frustração de várias escolas de ensino regular brasileira com relação ao processo de inclusão da pessoa surda. Em sua maioria não conseguem operacionalizar as ações/adequações necessárias ou limitam-se a ações apenas no contexto de sala de aula. Há de se entender que o “trato” da escola com o uso e difusão da Língua Brasileira de Sinais precisa tomar uma proporção ampla numa ação conjunta entre Gestores, Coordenadores, Professores do Ensino Regular e Professores do AEE- Atendimento Educacional Especializado.
Nesta perspectiva, o MEC – Ministério da Educação através da Política Nacional de Educação Especial para a Inclusão da pessoa surda e dos demais alunos público alvo da educação especial, tem disponibilizado as Salas de Recursos Multifuncionais de forma gradativa, nas escolas brasileiras. Estas representam importante espaço para o desenvolvimento de habilidades dos alunos, neste caso, surdos, indispensáveis ao seu processo de ensino- aprendizagem. A LIBRAS como conteúdo do AEE, contempla o ensino “de” Libras e o ensino “em” Libras o primeiro destinado também às demais pessoas que compõem a escola ficando sobre a responsabilidade do professor do AEE difundi-la. Ainda representa um desafio para o professor do AEE cumprir com sua função de interagir com o professor da sala de aula regular e demais profissionais limitando-se na maioria das vezes ao atendimento individual.

 Aqueles que tentam ir além deste espaço encontram barreiras relacionadas à demanda a ser atendida e a sua carga horária disponível aos atendimentos, em alguns casos a mínima formação ou a falta desta provocando o receio de direcionar um trabalho também com o público ouvinte da instituição de ensino.
Esta forma fragmentada de ensino da Libras não “dar conta” de tornar o ambiente escolar bilíngue. É preciso pensar no ensino de Libras precoce seja para surdos ou para ouvintes, construindo uma cultura linguística bilíngue desde a pré-escola. 

Faz-se necessário uma Política que possa intervir no sentido de construir ambientes bilíngues, que contemple a Libras como disciplina curricular desde a Educação Infantil.
* Especialista em Educação Especial e Práticas Inclusivas pela FACOL – Faculdade Escritor Osman da Costa Lins; Pós-graduada em Coordenação Pedagógica pela UFPE – Universidade Federal de Pernambuco. E-mail: (souzalucianalenira@gmail.com).











quinta-feira, 22 de maio de 2014

Semana de Oficinas

Como atividade de prepraração para a Olimpiada Brasileira de Matemática - OBMEP no dia 27 de maio de 2014 e Olimpíada de Língua Portuguesa "Escrevendo o Futuro", os alunos da escola Edilson Façanha tiveram a oportunidade de participarem das primeiras oficinas nesta semana. Parabéns alunos e professores pela participação.







quinta-feira, 15 de maio de 2014

Documentário OBMEP Completo

Inglês: Interpretação de diálogos em texto dramático


Pessoal da Edilson, estamos nesta olimpiada de corpo, alma e produção. Não deixem de fazer sua parte. noso sucesso depende do empenho de todos.

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Comunicado à Comunidade Escolar


Prezados alunos e colegas,

                                                     Visitamos nesta semana todas as turmas de escola, num bate-papo promissor, visando apresentar aos alunos os quatros eixos, nos quais as aulas serão baseadas no segundo bimestre 2014: 1. os conteúdos do bimestre, 2. as oficinas das olimpíadas de Português: Escrevendo o Futuro, 3. o Projeto Copa do Mundo: projeto interdisciplinar da escola, 4. Olimpíada de Matemática: OBMEP e as atividades relacionadas à melhoria dos descritores com indices baixos na avaliação do SEAPE-2013. Agora é trabalhar para superação das dificuldades e sucesso de nossos alunos.

A Coordenação

Uma pequena reflexão sobre a avaliação na escola

Avaliar para crescer
Por Paola Gentile

No ambiente escolar, a avaliação só faz sentido quando serve para auxiliar o estudante a superar as dificuldades

Prezados colegas e alunos,

Uma reflexão sobre as avaliações do Primeiro Bimestre
Notas fechadas, boletins entregues, diários de classe arquivados. Missão cumprida? Não para Cristiane Ishihara, professora de Matemática das 5ªs séries no Colégio Assunção, em São Paulo. Como faz ao final de cada bimestre, ela vai pegar as anotações que fez em sala, os resultados dos exames e os questionários que a turma responde após as provas. Tudo com um objetivo: avaliar o próprio desempenho. "Dar provas, corrigi-las e entregá-las não é mais suficiente para mim. Preciso saber onde estou falhando para planejar o que e como ensinar", afirma. Cristiane está dando o primeiro e mais importante passo rumo a um sistema de avaliação escolar justo e motivador. Culpar a criança pelas notas baixas, o desinteresse ou a indisciplina nem passa pela cabeça dela. "Basta que alguns tenham ido mal nas provas para eu saber que preciso mudar de didática ou reforçar conteúdos".

Ao rever seu trabalho, Cristiane mostrou que está mesmo no caminho certo. "Não interessa o instrumento utilizado. Pode ser prova, chamada oral, trabalho em grupo ou relatório. O importante é ter vontade de mudar e usar os resultados para refletir sobre a prática", explica o consultor e educador Celso Vasconcelos. Para ele, de nada adianta selecionar novos conteúdos ou métodos diferentes de medir o aprendizado se não houver intencionalidade - palavra que ele define, em tom de brincadeira, como "a intenção que vira realidade". "Enquanto as crianças se perguntam o que fazer para recuperar a nota, os professores devem se questionar como recuperar a aprendizagem", aconselha.
Mas por que mudar se tudo está correndo bem? O professor ensina, a criança presta atenção e faz a prova. Se foi bem, aprendeu. Se foi mal, azar - é preciso seguir com o currículo. Esse sistema, cristalizado há séculos, deposita nos conteúdos uma importância maior do que eles realmente têm. Até os anos 60, 80% do que se ensinava eram fatos e conceitos. A prova tradicional avaliava bem o nível de memorização das crianças. Hoje, essa cota caiu para 30%. Além de fatos e conceitos, os estudantes devem conhecer procedimentos, desenvolver competências. E a mesma prova escrita continua a ser aplicada...
Se a missão da escola ao raiar do século XXI é desenvolver as potencialidades das crianças e transformá-las em cidadãos, a finalidade da avaliação tem de ser adaptada, certo? "Na minha opinião, seu principal papel deve ser ajudar a criança a superar suas necessidades a partir de mudanças efetivas nas atividades de ensino", define Vasconcelos. "O ideal é que ela contribua para que todo estudante assuma poder sobre si mesmo, tenha consciência do que já é capaz e em que deve melhorar", diz Charles Hadji, professor e diretor do Departamento de Ciências da Educação da Universidade de Grenoble, na Suíça (leia entrevista na segunda página).
É consenso entre os educadores que o aprendizado, na sala, não se dá de forma uniforme. Cada um de nós tem seu ritmo, suas facilidades e dificuldades. Afinal, somos pessoas distintas. O que complica bastante a vida do professor, que passa a ter de avaliar cada criança de um jeito. "Sim, todos merecem ser julgados em relação a si mesmos, não na comparação com os colegas", afirma o espanhol Antoni Zabala, especialista em Filosofia e Psicologia da Educação e professor da Universidade de Barcelona. "Não dá para fugir", continua ele. "É essencial atender à diversidade dos estudantes."
Ele dá um exemplo. "Que altura deve pular um jovem de 11 anos?" A resposta é: "Depende..." Depende de sua potência motora, de suas capacidades físicas e emocionais, das experiências anteriores e do treinamento, do interesse pela atividade e muito mais.
Por isso, alguns saltam 80 centímetros. Outros, 1 metro. Poucos, 1,20 metro. "Se estabelecemos uma altura fixa, excluímos os que não conseguirem chegar lá no dia em que a habilidade for medida". Da mesma forma, "quanto" deve saber uma criança? A resposta também é depende. De sua história, dos conhecimentos prévios, da relação com o saber e de incontáveis outros fatores. E não existe ninguém mais capacitado do que o professor para saber "quanto" essa criança domina (ou tem a obrigação de dominar) em termos de conteúdos, conceitos e competências.
O papel do desejo
Quando a escola não leva isso em conta, o estrago é inevitável. Estudos realizados pela pesquisadora Kátia Smole sobre o impacto da avaliação na auto-estima da criança mostram que os boletins baseados no desempenho em provas têm apenas uma função: classificar a garotada em "bons" ou "maus", o que tem cada vez menos utilidade. "O pressuposto de que existe uma inteligência padrão está ultrapassado", avalia. Segundo ela, o que acaba ocorrendo são desvios no objetivo maior da escola, que é ensinar. Ao sentenciar que uns são mais e outros, menos, o saber fica em segundo plano. "O jovem valoriza a nota, não o aprendizado", exemplifica. "Em vez de se relacionar com o mundo, ele só vai querer aprender em troca de prêmio (a nota) e, nesse ambiente, só sobrevive quem se adapta ao toma lá, dá cá."
Mas existe uma conseqüência mais nefasta: tirar da criança a vontade de aprender. Afinal, só existe motivação quando há desejo. A criança que não valoriza o saber não tem motivos para cobiçá-lo. "O antigo sistema forma pessoas submissas e intolerantes. Quem não consegue atender à expectativa do professor e da sociedade acaba marginalizado", analisa Kátia.
Antoni Zabala apresenta exemplos bem práticos - e recheados de comparações com fatos do dia-a-dia - para ajudar a desatar esse grande nó. "O professor deve ser um misto de nutricionista e cozinheiro", diz ele. "O primeiro preocupa-se em elaborar refeições saudáveis e o outro quer pratos apetitosos. No planejamento da atividade, devemos agir como nutricionistas, pensando nas competências que a criança deve desenvolver. Na classe, precisamos atuar como cozinheiros, propondo atividades interessantes e que possam ser executadas com prazer."
Na sua opinião, a avaliação completa envolve quatro etapas, tantas quantas uma dona-de-casa executa ao fazer compras. "Ela vê o que tem na despensa, lista o que falta, estabelece objetivos como preparar refeições balanceadas - e vai ao mercado", descreve. "Lá, ela começa uma série de observações, que podem mudar os rumos da tarefa original. Se um produto estiver muito caro, a saída será buscar outro ponto de venda. Se estiver estragado, terá de ser substituído por outro de semelhante valor nutritivo."
Traduzindo para a sala, o professor precisa de objetivos claros, saber o que as crianças já conhecem e preparar o que eles devem aprender - tudo em função de suas necessidades (avaliação inicial). O segundo passo é selecionar conteúdos e atividades adequadas àquela turma (avaliação reguladora). Periodicamente, ele deve parar e analisar o que já foi feito, para medir o desempenho dos estudantes (avaliação final). Ao final, todo o processo tem de ser repensado, de forma a mudar os pontos deficientes e aperfeiçoar o ensino e a aprendizagem (avaliação integradora). Clique aqui para conhecer um exemplo muito objetivo de como fazer isso, com estratégias específicas para vários conteúdos, tendo como ponto de partida o estudo da Bacia Amazônica.
A primeira pergunta que professores, coordenadores e diretores devem fazer é: Com que objetivo vamos avaliar? Para formar pessoas ou futuros universitários? Para classificar e excluir crianças ou para ajudá-las a aprender? Para humilhá-las com suas dificuldades ou incentivá-las com suas conquistas? É importante frisar que não existe resposta certa ou errada. Ela está no projeto pedagógico de cada escola. Se a opção é selecionar os melhores e excluir os outros, então a melhor saída é a boa e velha prova. Caso o compromisso seja no sentido de incentivar a criança a enfrentar desafios, então a conversa muda de rumo.
Infelizmente, não existe uma fórmula mágica. Ao contrário. "A escola ideal, que atenda à formação de cada um individualmente, não existirá nunca. Mas estabelecer que esse é o horizonte aumenta as chances de acertar o caminho", acredita Zabala. Celso Vasconcelos também entende que o sistema tradicional não atende aos objetivos da escola do terceiro milênio, mas acha que é possível democratizá-lo. "Se a nota for dinâmica e servir como indicadora da situação da criança naquele momento, ela pode apontar rumos a seguir".
"Dar provas, corrigi-las e entregá-las não é mais suficiente para mim. Preciso saber onde estou falhando para planejar o que e como ensinar"


Por Paola Gentile

terça-feira, 6 de maio de 2014

Eu Corro Pra Ti - Eyshila - Clipe oficial - Central Gospel Music

Olimpíada de Lingua Portuguesa

Registrando o futuro
Edilson Façanha prepara seus alunos para as Olimpíadas de Português.
Alunos esc. edilson Façanha

Criada em 2002 Pelo Ministério da Educação em parceria com a Fundação Itaú, as Olimpíadas de língua portuguesa ESCREVENDO o FUTURO que acontece a cada dois anos, está mobilizando as escolas públicas de todo o país para a competição cuja inscrição se encerra dia 30 de Abril. Os participantes  terão até o dia 15 de Maio para enviar suas produções literárias para o endereço: WWW.escrevendoofuturo.org.br
Alunos esc. Edilson Façanha
No dia 23 de Abril de 2014, a Secretaria Estadual de Educação do Acre/Brasil, (SEE) fez o lançamento oficial do evento nas suas próprias instalações com a presença do Secretário da pasta Marco Brandão, demais profissionais da área e representantes de escolas. Vale ressaltar que, desde 2008, o Acre participa inclusive com vencedores e finalistas em diversas categorias. Em 2012, o aluno IVO LOPES de LIMA, foi um dos finalistas na categoria “poemas”. Participam desse acontecimento: alunos do ensino FUNDAMENTAL e MÉDIO.
Os trabalhos são realizados em sala de aula sob orientação dos professores. Porém, toda a produção, corresponde à capacidade do próprio aluno. Ele é o único autor da sua obra. Segundo informações do próprio Portal do MEC, o Acre é um dos estados que mais está participando este ano. Um bom exemplo é a escola de Ensino Fundamental Edílson Façanha localizado no bairro Calafate Capital Rio branco Acre Brasil, em que seus quase mil alunos, estão concorrendo.
“Um evento como esse, estimula o aluno a conhecer mais o fascínio do mundo literário através de novas obras e autores, além da oportunidade que ele terá de poder apresentar seu talento a nível nacional caso seja classificado. Com certeza é um acontecimento muito importante para a classe estudantil. Na nossa escola, a turma está bastante entusiasmada não só para competir, mas também, ser vencedora”. - Professor Élcio Mariano/Coordenador de Ensino.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

RESGATE DO DIA DO TRABALHO


Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos.1 2 3
Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.1 4
Três anos mais tarde, no dia 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.1 2 4
Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.1
Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.

Dia do Trabalhador em Portugal[editar | editar código-fonte]

1º de Maio na cidade do Porto
Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia.
O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo, promovidas pela central sindical CGTP-IN (Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical) nas principais cidades de Lisboa e Porto, assim como pela central sindical UGT (União Geral dos Trabalhadores).
No Algarve, assim como na Madeira e Açores é costume a população fazer piqueniques e são organizadas algumas festas nas regiões..

Dia do Trabalhador no Brasil[editar | editar código-fonte]

Com a chegada de imigrantes europeus no Brasil, as ideias de princípios e leis trabalhistas vieram junto. Em 1917 houve uma Greve geral. Com o fortalecimento da classe operaria, o dia 1º de Maio foi declarado feriado pelo presidente Artur Bernardes em 1925.1 3 4
Até o início da Era Vargas (1930-1945) certos tipos de agremiação dos trabalhadores fabris eram bastante comuns, embora não constituísse um grupo político muito forte, dado a pouca industrialização do país. Esta movimentação operária tinha se caracterizado em um primeiro momento por possuir influências do anarquismo e mais tarde do comunismo, mas com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, ela foi gradativamente dissolvida e os trabalhadores urbanos passaram a ser influenciados pelo que ficou conhecido como trabalhismo.4
Até então, o Dia do Trabalhador era considerado por aqueles movimentos anteriores (anarquistas e comunistas) como um momento de protesto e crítica às estruturas sócio-econômicas do país. A propaganda trabalhista de Vargas, sutilmente, transforma um dia destinado a celebrar o trabalhador no Dia do Trabalhador. Tal mudança, aparentemente superficial, alterou profundamente as atividades realizadas pelos trabalhadores a cada ano, neste dia. Até então marcado por piquetes e passeatas, o Dia do Trabalhador passou a ser comemorado com festas populares, desfiles e celebrações similares. Atualmente, esta característica foi assimilada até mesmo pelo movimento sindical: tradicionalmente a Força Sindical (uma organização que congrega sindicatos de diversas áreas, ligada a partidos como o PDT) realiza grandes shows com nomes da música popular e sorteios de casa própria. Na maioria dos países industrializados, o 1º de maio é o Dia do Trabalho. Comemorada desde o final do século XIX, a data é uma homenagem aos oito líderes trabalhistas norte-americanos que morreram enforcados em Chicago (EUA), em 1886. Eles foram presos e julgados sumariamente por dirigirem manifestações que tiveram início justamente no dia 1º de maio daquele ano. No Brasil, a data é comemorada desde 1895 e virou feriado nacional em setembro de 1925 por um decreto do presidente Artur Bernardes.1 3 4
Aponta-se que o caráter massificador do Dia do Trabalhador, no Brasil, se expressa especialmente pelo costume que os governos têm de anunciar neste dia o aumento anual do salário mínimo. Outro ponto muito importante atribuído ao dia do trabalhador foi a criação da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, em 01 de maio de 1943.3



FELIZ DIA DO TRABALHO. BOM DESCANSO
COORDENAÇÃO

domingo, 27 de abril de 2014

CALENDÁRIO DE PROVAS 1º BIMESTRE




ATENÇÃO ALUNOS E PROFESSORES. SEGUE CALENDÁRIO DE PROVAS 1º BIMESTRE 2014. QUEM TEM TRABALHOS ATRASADOS NEGOCIEM COM OS SEUS PROFESSORES E USEM SEUS ATESTADOS MÉDICOS QUE ESTÃO NA PASTA NA SALA DOS PROFESSORES. ESTUDE GALERA E BOAS PROVAS.



ESCOLA ESTADUAL EDÍLSON FAÇANHA
COORDENAÇÃO DE ENSINO
CALENDÁRIO DE PROVAS
1º BIMESTRE
QUARTA (7/5/14)
QUINTA(8/5/14)
SEXTA(9/5/14)
SÁBADO (10/5/14)
1º/2º NORMAL
1º/2º NORMAL
1º/2º NORMAL
1º/2º
MATEMÁTICA-MANHÃ
3º/4º
GEOGRAFIA E
CIÊNCIAS
3º/4º
HISTÓRIA
INGLÊS
3º/4º
PORTUGUÊS
3º/4º
MATEMÁTICA-TARDE



A COORDENAÇÃO





quinta-feira, 10 de abril de 2014

OBMEP ÀS PORTAS


Matemática, minha fiel companheira...

     Apesar de a matemática ser considerada principalmente pelos adolescentes como o BICHO PAPÃO, vale ressaltar a importância que ela tem na vida de todas as pessoas. Somando, dividindo, multiplicando ou diminuindo, os números estão relacionados ao nosso cotidiano de forma tão forte, que sem eles, faltaria praticamente tudo, ou quase tudo do que precisamos para as comprovações necessárias que marcam e registram a nossa própria existência.
Que ela é importante ninguém tem dúvida, mas como fazer a garotada entender e passar a ver os números como um indispensável aliado para tudo de forma agradável? Nada melhor que estudar competindo. Foi isso que o Governo Federal começou a fazer criando a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas que este ano, completa sua DÉCIMA edição.
Com o objetivo de estimular os alunos da rede pública a se interessarem por matemática, o programa tem tido grande aceitação das escolas, pais, aluno e professores de todo o pais.
Além do estímulo, através da competição, a Olimpíada também proporciona a descoberta de novos talentos na área que diga se de passagem, conduz para os demais saberes.
A escola Edílson Façanha, não poderia ficar de fora desse grande acontecimento. Segundo o Coordenador de Ensino professor Élson Mariano, os mais de 900 alunos que integram os dois turnos da escola, irão participar do evento. Ainda segundo ele, a expectativa tem sido muito boa por parte de todos. A primeira fase da olimpíada acontecerá no dia 27 de Maio com a realização da primeira prova. A segunda e última, será no dia 13 de Setembro de 2014.
Sobre premiação e o local de entrega de medalhas e prêmios para os principais classificados, acesse: www.obmep.org.br



A COORDENAÇÃO

AULA DE INGLES BASICO 2

Set gospel - algumas das melhores musicas gospel