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Livro Escritores da Periferia

Livro Escritores da Periferia
Uma produção dos alunos da escola Edílson Façanha

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Feira Cultural "America, Cultura e Show"

GOVERNO DO ESTADO DO ACRE
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
ESCOLA EDÍLSON FAÇANHA

PROJETO FEIRA CULTURAL AMÉRICA LATINA, CULTURA E SHOW




I – APRESENTAÇÃO

            O projeto cultural “América Latina” é destinado à comunidade escolar, que tem como culminância à apresentação dos trabalhos elaborados por professores e alunos da Escola em questão. Dessa forma, o projeto memoria a questão da diversidade cultural presente num conjunto de países que compõem a América Latina.
Trabalhando os aspectos lineares e transversais ao currículo do aluno do Ensino Fundamental e, mais especificamente, do Ensino fundamental II, a proposta é proporcionar aos  alunos momentos de “situações-encontros” que possam atrelar o ensino da cultura, história, culinária e tantos outros pontos perseguidos nos objetivos deste trabalho à questão do respeito e à apreciação de forma prazerosa à toda essa diversidade cultural latino-americana.
O projeto traz a lume o trabalho dos alunos da Escola Edílson Façanha relativo aos seus conhecimentos escolares frente às oportunidades de manifestação e observação da diversidade cultural dos países que compõem o Continente.
Dessa forma, são desenvolvidas de duas formas:
ü    Individual - levando o alunado a refletir sobre as diferenças e semelhanças existentes entre sua cultura e a cultura dos demais países que compõem a América Latina;
ü      Coletiva – com a culminância dos trabalhos elaborados no decorrer de todo o processo de aquisição do conhecimento relativo ao tema do projeto.

O aluno deve sentir-se integrante da América Latina, reconhecendo que os países pertencentes a este Continente possuem semelhanças e diferenças em suas trajetórias nas questões políticas, culturais e econômicas.

II – JUSTIFICATIVA

O projeto cultural que tem por tema “América Latina, Cultura e Show” tem por um objetivo maior ampliar a visão cultural do aluno, valorizando a cultura, as comidas típicas, os aspectos históricos e geográficos, as danças, o idioma, e as crenças de diversos países, inclusive as do Brasil;
Ante o exposto, o aluno perceberá que o processo de ensino-aprendizagem deve ser constituído a partir da pesquisa do mesmo, tendo ele o professor como um orientador facilitador que o estimulará nesse processo, dentro de seu pré-início social, cientifica e intelectual de desenvolvimento.
Dessa forma, o aluno deverá sentir-se parceiro, ativo, participativo, produtivo e reconstrutivo, frente aos seus conhecimentos, podendo opinar de forma lógica e criticamente, sendo então, um cidadão autônomo em suas decisões, trabalhando, sobretudo, os valores transversais, como socialização, amizade, respeito, ética, etc.

III – OBJETIVOS

1.    Objetivo Geral: Proporcionar aos alunos a ampliação do conhecimento a respeito da diversidade cultural dos países que compõem a América Latina, bem como sua influência para com o mundo.

2.    Objetivos específicos

ü  Promover a interdisciplinaridade;
ü  Apresentar aos alunos e a comunidade escolar a cultura, a comida, a dança, a música, oriundas dos diversos países latino-americanos;
ü  Valorizar a utilização de produtos típicos da diversidade cultural da América Latina;
ü  Contextualizar os encontros educacionais, com conteúdo que desperte, no aluno, o interesse pela pesquisa, valorização e reconhecimento da cultura dos países em questão;
ü  Conscientizar o aluno sobre a importância da história, economia, política e cultura desses países;
ü   Identificar os grandes destaques de cada país nas diversas áreas.

IV– DISCIPLINAS  ENVOLVIDAS

- Matemática             - Português              - Arte
- História                   - Geografia               - Educação Física
- Inglês                      - Ciências                 - Religião

V– PROFESSORES RESPONSÁVEIS PELAS TURMAS

7º A – Colômbia, Ana Débora
7° B – Argentina, Conceição e Victor Alab
7º C – Canadá, Herlen
7º D – Venezuela, Jaqueline
7º E- Brasil, Érica
7º F – EUA, Marinete
7º G – Uruguai, Luana
7º H – Peru, Keite
8º A – Jamaica, Kelfren
8º B – México, Márcia
8º C – Bolívia – Antonio e Juliano
8º D – Cuba, Giselda e Poliana
Projeto Poronga – África, Gabriela, participação especial

VI – DESENVOLVIMENTO

DESENVOLVIMENTO I - GERAL
- Planejamento das atividades a serem executadas;
- Divulgação do projeto aos professores e alunos;
- Elaboração dos trabalhos a serem apresentados;
- “Apresentação final do Projeto – Feira cultural América Latina”
- Culminância – Apresentação dos trabalhoselaborados pelos alunos.

DESENVOLVIMENTO II

Os professores responsáveis pelas turmas acompanharão o processo de elaboração dos trabalhos nos seguintes aspectos:
ü  Pesquisar sobre o país de sua turma;
ü  Nortear o trabalho prático;
ü  Escolher a forma de apresentação dos trabalhos, observando-se as seguintes áreas: culinária, esporte, música, dança, cultura e economia, política.

VIII – Cronograma

Atividades
Meses
Jul/15
Ago/15
Set/15
Out/15
Nov/15
Dez/15
1.    Elaboração do Projeto
x





2.    Socialização do Projeto



x
x

3.    Divulgação do Projeto




x

4.    Pesquisas, produção de trabalhos e ensaios



x
x

5.    Culminância





x
6.    Avaliação





x

IX – AVALIAÇÃO

Será um trabalho de contínuo acompanhamento, primeiramente de modo individual e posteriormente, global dos alunos. Assim, eles serão avaliados nos aspectos concernentes ao interesse, a consciência crítica dos conteúdos trabalhados em sala de aula e fora dela – na pesquisa -, bem como sua manifestação e disponibilização à elaboração dos trabalhos a serem expostos.


segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Culminância Projeto pequeno

A Escola Edílson Façanha em Rio Branco Acre vem desenvolvendo o Projeto Interdisciplinar Pequeno Príncipe ao longo do ano letivo de 2015, o qual envolve todos os alunos de 6º ao 9º anos em atividades interdisciplinar, focando a leitura da Obra O Pequeno Príncipe em uma visão de aplicabilidade para vida escola e social de todos os segmentos da Comunidade Escolar.




O referido projeto traz em seu bojo o seguinte formato:

Escola Edílson Façanha
Projeto interdisciplinar de leitura: O pequeno príncipe e contos infantis.

Livro: O pequeno príncipe – Autor: Antoine de Saint-Exupéry
ANOS: 6º ao 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
TEMA: FAMÍLIA E MUDANÇAS DE VALORES - CONTRIBUIÇÕES NO DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM DA CRIANÇA
SUBTEMA: FAMÍLIA, ESCOLA, ALUNOS, AMIZADE

I-             JUSTIFICATIVA

O envolvimento e a participação da família no ambiente escolar nos dias atuais são considerados um componente importante para o desempenho ideal das instituições de ensino, e para a segurança da criança em sua vida escolar. Por isso, faz-se necessário que a família procure acompanhar o desenvolvimento dela em todo o seu processo de aprendizagem, tanto no lar quanto na sua atividade na escola.

II-            METODOLOGIAS

ü    Histórias infantis (analogia, reforçando os seus iguais e diferenças)
ü    Histórias em quadrinhos (que abordem o assunto: família/amizade
ü    Contos
ü    Diálogo sobre a família (mostrar sua importância na formação do ser humano)
ü    Álbum da família
ü    Montagem da árvore genealógica – discutir o desempenho de cada membro da família: as diferenças e semelhanças
ü    Levar para a sala fotografias da família
ü    Músicas que retratem a importância da união familiar, bem como fantoches e teatro, partindo do tema
ü     Mural com palavras mágicas que ajudem na boa convivência; bem como um mural da família (com fotos ou recortes); aproveitar para mostrar as diversas estruturas familiares e ressaltar a importância do amor, respeito, solidariedade, etc.
ü    Trabalhar o cuidado com o corpo humano
ü    Trabalhar a auto-estima e a responsabilidade de cada aluno
ü    Trabalhar com os conteúdos sobre higiene e fazer com que eles reflitam também em casa.



III-           TEMAS TRANSVERSAIS

ü    ÉTICA– participação no espaço público; atitude de respeito pela diferença – situações cotidianas; respeito mútuo; solidariedade; diálogo;

ü    PLURALIDADE CULTURAL – conhecimento e valorização de características étnicas e culturais dos diferentes grupos sociais – desigualdades sociais.

IV-          ÁREAS DO CONHECIMENTO: Português, Geografia, História, Ciência, Matemática, Arte , Inglês, Religião e Educação Física.

V-           OBJETIVOS

ü    Propiciar a compreensão da literatura como experiência essencial de comunicação, bem como o conhecimento de diversos gêneros textuais;
ü    Propiciar conhecimento e discussão de textos que problematizem a realidade
ü     Levar o aluno a repensar atitudes de respeito pela diferença nas situações cotidianas, bem como um conhecimento crítico da realidade e o desenvolvimento de sua autonomia;
ü    Valorizar dentro do ambiente escolar e familiar a importância do diálogo;
ü    Promover a integração entre família e escola, estimulando o rendimento e o comportamento escolar;
ü    Ressaltar a importância da afetividade na escola e na família;
ü    Trabalhar o lógico-matemático, lingüística e produção de textos coletivos;
ü    Orientar os alunos sobre os direitos e deveres de cada um (normas da escola), bem como adotar atitudes de solidariedade, companheirismo, respeito e cooperação;
ü    Aprender a resolver conflitos por meio do diálogo, ouvir e respeitar os outros;

No dia 14 de novembro realizará a culminância com apresentação das produções escritas realizadas, por meio de murais, pinturas, varais, poesias, leituras e filme.


Ações pedagógicas da Edilson




















sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Momento de avaliação

Como avaliar corretamente os alunos

Para que a avaliação seja mais eficiente no que se propõe, será necessário um equilíbrio entre julgamento e o uso de testes e medidas





Avaliação
Na pedagogia moderna, o ato de avaliar consiste em verificar se os alunos estão sendo realmente atingidos e em que grau se dá essa consecução 


Dentro de uma concepção pedagógica mais moderna, o aluno precisa participar da construção de seu próprio conhecimento. Nessa visão, em que educar é formar e aprender, construindo o próprio saber, a avaliação não se reduz apenas a atribuir notas. Se o ato de ensinar e aprender consiste na realização em mudanças e aquisições de comportamentos motores, cognitivos, afetivos e sociais, o ato de avaliar consiste em verificar se eles estão sendo realmente atingidos e em que grau se dá essa consecução, para ajudar o aluno a avançar na aprendizagem e na construção do seu saber.
Nessa perspectiva, “a avaliação assume dimensão orientadora, permitindo que o aluno tome consciência de seus avanços e dificuldades, para progredir na construção do conhecimento”, afirma a professora Rozimar Gomes da Silva Ferreira, do curso Avaliação do Aluno no Processo Educacional – Fundamental e Médio, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas.

Ao avaliar o progresso dos alunos na aprendizagem, o professor obtém informações valiosas sobre seu próprio trabalho. Nesse sentido, a avaliação tem uma função de feedback, porque fornece ao professor dados para ele repensar e replanejar sua atuação didática, visando aperfeiçoá-la, de modo que seus alunos obtenham mais êxito na aprendizagem.

Qualidade e quantidade no processo avaliativo

Para que a avaliação seja mais eficiente no que se propõe, será necessário um equilíbrio entre julgamento e o uso de testes e medidas. Para isso devemos criar oportunidades para que qualidade e quantidade aconteçam no mesmo processo avaliativo, quando, por exemplo, nós temos uma equipe indo à cata de informações, fazendo entrevistas, construindo elaborações de texto, trabalhos de pesquisa em geral e levando isso para os colegas. Assim, nós temos a oportunidade de ver quanto conhecimento novo ele trouxe para aquela realidade, para aquela situação e com que qualidade isso aconteceu.

No entanto, é preciso cuidado, para não adotar posições extremas, considerando apenas os aspectos quantitativos ou apenas os qualitativos. A avaliação quantitativa é vista apenas como medida e, por isso, mal utilizada. Já a avaliação apenas qualitativa se perde na subjetividade de professores e alunos. A escolha da ferramenta de avaliação mais adequada constitui outra importante preocupação do professor, no processo de verificação da aprendizagem.
É preciso diversificar

Conforme o momento vivido pela turma, as características dos alunos e a sua situação na sala de aula, diferentes formas de avaliação podem ser utilizadas. Cada ferramenta vai se adequar mais a um ou a outro conteúdo abordado e a cada um dos estágios de ensino dos alunos a serem avaliados. Há várias ferramentas disponíveis para se proceder a uma justa avaliação! É preciso escolher e diversificar!

Diversificar instrumentos de avaliação é um passo muito importante, para melhorar o processo avaliativo. As provas tradicionais não avaliam corretamente todos os alunos, devido à diversidade cultural e às diferentes formas individuais de aprendizagem, sem contar que diferentes conteúdos merecem diferentes formas de terem a aprendizagem verificada.

As provas tradicionais nem sempre beneficiam a todos os alunos. Por isso, é aconselhável o uso sistemático de outros instrumentos e estratégias de avaliação, como relatórios, entrevistas, questionários, seminários, autoavaliação, monitoria, observações e testes.

Comunicação entre as partes

Outro aspecto importante na evolução da avaliação é a melhora na comunicação entre professores, alunos, pais e demais membros da comunidade escolar. Isso significa promover o envolvimento ativo dos alunos em todo o processo de avaliação, abrindo espaço para que eles possam refletir sobre sua participação no processo de construção do conhecimento, identificando seus pontos fortes e fracos. A ampliação da comunicação durante variadas atividades escolares abre espaço à reflexão.

A autoavaliação do aluno

Para que o potencial de cada aluno seja mais bem percebido, a vertente qualitativa da avaliação precisa ser valorizada, de forma a considerar atitudes, aspirações, interesses, motivações, modos de pensar, hábitos de trabalho e capacidade de adaptação pessoal e social do aluno. Neste contexto, a autoavaliação ganha importância.

O próprio julgamento do aluno sobre o resultado de sua aprendizagem o ajuda a identificar o que deve melhorar e a se esforçar para se superar e avançar. Entretanto, o aluno deve ser preparado para se autoavaliar, para ser crítico de si mesmo, em conformidade com os critérios e instrumentos de avaliação aplicados. Assim como o professor que, para conduzir o processo, também deve estar preparado.

Os processos de autoavaliação têm também uma grande importância para o desenvolvimento da desenvoltura do aluno, no momento de falar com tranquilidade para o professor e para seus colegas. A autoavaliação permite esse exercício quando o aluno pode expressar, com seriedade, sua visão a respeito de si próprio, suas ideias sobre o mundo que o cerca e como enxerga suas próprias relações com esse mundo.
Particularmente, as escolas que oferecem cursos profissionalizantes deveriam valorizar ainda mais a autoavaliação, concedendo oportunidades aos seus alunos para manifestarem suas crenças, avaliarem suas possibilidades de produtividade e crescimento pessoal e empresarial, a partir da formação que obtiveram.


A elaboração do instrumento para avaliar requer muitos cuidados, especialmente no que diz respeito às provas objetivas e dissertativas. Foto: reprodução 
Cuidados no preparo do instrumento

A elaboração do instrumento para avaliar requer muitos cuidados, especialmente no que diz respeito às provas objetivas e dissertativas. Assim, deve-se observar algumas características essenciais para se preparar uma boa avaliação. São elas:

- Relevância: as questões são criteriosamente selecionadas em relação aos objetivos;
- Equilíbrio: as várias dimensões do rendimento são proporcionalmente contempladas;
- Eficiência: leva em consideração o tempo do professor para a preparação e correção e o tempo do aluno para a realização;
- Objetividade: questões claras e respostas delimitadas. A prova deve ser objetiva, de modo que qualquer especialista que resolvê-la obterá o escore máximo;
- Especificidade: a prova tem especificidade, desde que uma pessoa inteligente, que não domine o conteúdo, ao resolvê-la, obterá uma pontuação próxima do acerto, ao acaso;
- Dificuldade: a prova não pode ser nem muito difícil nem muito fácil;
- Discriminação: cada questão discrimina os alunos de maior e menor rendimento. A prova produz ampla distribuição das notas para alunos que diferem em rendimento;
- Fidedignidade: a prova tem o mesmo resultado em relação a outro instrumento de medida igualmente válido;
- Honestidade: cada aluno tem uma boa e igual chance de demonstrar o rendimento real;
- Tempo ideal: a prova deve ser adequada ao tempo disponível.

Confira mais informações, acessando os cursos da área Metodologia de Ensino.

Por Andréa Oliveira