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Livro Escritores da Periferia

Livro Escritores da Periferia
Uma produção dos alunos da escola Edílson Façanha

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Classificados para obmep segunda fase

    Foi feito prova da Obmep no dia dois (02) de junho de dois mil e quinze (2015) e com o resultado em mãos foi feito uma entrevista com três alunos dos que passaram sendo que no nível um (1) sexto e sétimo ano passarão vinte e três (23) alunos  e o nível dois (2) oitavo e nono ano dezenove (19) alunos tendo assim a quantia de quarenta e dois (42) aprovados para a segunda fase.
    Sendo os alunos: Rodrigo Verus da Silva de quinze (15) anos, Bárbara Falque de Araujo de catorze (14) anos e       Gabriel de Souza Torres de (14) anos. Foi perguntado aos alunos requeridos através de que e como eles estudaram para a primeira fase? Segundo os alunos eles se basearam em algumas aulas da professora Ângela (matemática) ela lhes passou o necessário para se estudar e entender a como fazer a prova.Eles também ressaltaram que obtiveram algumas informações no site da obmep tendo assim mais chances de serem aprovados para a segunda fase pois buscaram meios para o estudo.A escola pretende fazer apartir de agora fazer uma oficina de matemática para ajudar os alunos a passarem para uma terceira fase.

     A escola Edilson Façanha deseja a todos uma boa sorte e quer todos se Deus quiser passem para a terceira fase.
Autora: Larissa da Silva 9º "e"

apostila: Façanha formando noticia

Escola Edílson Façanha
Oficina Básica de Jornalismo escrito
Produto: Blog Escolar
Clientela: alunos da escola Edílson Façanha
Turmas: 7º, 8º e 9º anos
Início: jun/15
Término: ou/15
Horas: 30h/aulas
Formadora: Professora Maria Antônia
Coordenador: Prof. Élson Mariano

I-             O que é notícia?

Noticia é qualquer tipo de informação que apresenta um acontecimento novo ou recente, ou que divulga uma novidade sobre uma situação já existente.
A origem da palavra “noticia”, vem do latim, em que notícia significa notoriedade.
No jornalismo, a notícia se caracteriza por um texto informativo de interesse público, que narra algum fato recente ocorrido no país ou no mundo.
A narração de uma notícia de gênero jornalístico deve ser feita de forma exata, objetiva e imparcial.
A notícia tem os gêneros mais variados possíveis como:
Culturais
Políticas
Sociais
Policia
Comportamento
Humorista, etc
Em se referindo as notícias históricas, podemos dar alguns exemplos como: (história geral, arqueologia, costumes, lendas, culturas etc... citar exemplos).
Em se tratando de tempo, a notícia representa o passado, presente e futuro. ( Citar exemplos) noticia “fresquinha”, noticia que não envelhece e noticia que prevê um acontecimento.
Bases que a notícia:
Ética
Informação verdadeira
Pesquisa
Checagem dos dados
Confronto da informação
O que não é ético na noticia
Invasão de privacidade
Falta de veracidade, etc

II-            Principais perguntas que estruturam uma notícia:
O que?
Quem?
Quando?
Onde?
Como?
Por quê?

III-          Organograma da noticia:
Pauteiro
Repórter
Editor de texto
Revisor
Diagramador
Impressão e/ou postagem

IV-          Quem produz a notícia oficial:
Recados
Diálogos
Cartas, bilhetes
Telefonemas
Mídia digital, etc

V-           Quem produz noticia informal:

Qualquer pessoa ou grupo de pessoas podem repassar ou produzir a noticia. Ela não precisa necessariamente ser apresentada por órgãos oficiais especializados no assunto.
VI-          Quem recebe a noticia:
A notícia não tem um público especifico porque é universal e não REM rótulo. Ela chega a todos os lugares e atinge todos os níveis sociais. Daí, a importância de produzi-la de forma clara e objetiva para que o seu conteúdo possa ser compreendido.

VII-        Linguagem técnica da noticia
Assim como em todas as demais profissões, a notícia também tem regras e linguagem própria. E importante conhecer um pouco desse processo para que entre os exageros da própria noticia, os erros não venham tirar o brilho do fato em si, ou mesmo, a vontade do leitor de iniciar e terminar uma leitura. E muito importante saber fazer uso das palavras de forma clara, objetiva e acessível para que a dinâmica do que está sendo passado para os leitores, não se transforme em fatos (truncados0 que desestimulem o público a continuar lendo a matéria, ou que leiam, mas não consigam entendê-las.
Tipo de linguagem que deve ser usada no jornalismo:
Coloquial
Materna
Universal
(Recomendação de leitura para posterior discussão rigor da escrito-pública).

VIII-       Como colher a informação
Está no lugar dos acontecimentos
Averiguar todos os fatos
Anotar todas as informações
Anotar o nome completo de todas as pessoas que contribuíram com as informações sem esquecer:
Onde moram
Profissão
O que viram
Como viram
Anotar telefone. (indispensável)

IX-          Credibilidade da notícia ao fazer uso da Matemática através de números ou estatísticas:
Quem produziu;
Quantas eram;
Qual o percentual de público presente;
Qual o percentual que faltou etc
Nunca se esquecer de citar a

X-           Observação do local:

Olhar curiosamente sempre em sua volta de forma discreta;
Quando chegar ao local dos fatos seja eles de natureza, procurar quem está coordenando o evento;
Objetivo do evento;
Quem está promovendo;
Qual a finalidade;
Quem está participando;
Quantos estão participando;
De onde veio? Citar local sempre;.
Anotar sempre o número do telefone dos entrevistados e de quem está coordenando o evento.
Muitas vezes podemos esquecer informações fundamentais que se não tiver uma forma de contato, pode até nos impossibilitar de produzir a notícia.
Quando chegar a um local Por exemplo: seminários, palestras, etc
Pergunte ao entrar quem é o responsável pelas informações sobre o fato. Peça para falar com ele e através dele, você colherá as informações necessárias.
Essa mesma pessoa, também poderá indicar quem será o entrevistado ou os entrevistados e ainda lhe passar uma (realize) que vai auxiliar no fechamento da sua notícia.




Rio Branco-Acre, 10 de junho de 2015


“Com a inspiração de deus, conclui mais um trabalho”






terça-feira, 9 de junho de 2015

                                                Façanha Formando Notícias

Na última Terça-Feira dia 09 de Junho de 2015, uma turma de alunos com idade que varia de 12 a 16 anos da  Escola Estadual de Ensino Fundamental Edílson Façanha localizada no Bairro Calafate Rio Branco Capital do Acre, foi selecionada para participar de uma Oficina Básica de Jornalismo com duração de dois meses incluindo: práticas laboratoriais, teorias e pesquisas de campo.
   O objetivo da oficina, é formar alunos com a capacidade de produção de leituras direcionadas a noticia.
Turma da oficina de Jornalismo
A oficina também vai preparar os estudantes contemplados para serem reprodutores das informações cotidianas que acontecem na comunidade escolar da qual eles fazem parte. Com isso, ganha a escola que terá alunos preparados para ser um bom e ético  jornalista mirim, e ganha o próprio aluno que através dos ensinamentos da oficina que incluí: A importância da notícia para a comunicação e para a humanidade, ética, respeito as diferenças, incentivo as culturas e tradições, poderá lhe proporcionar desde cedo a compreensão e a  a necessidade que toda pessoa tem de ser sempre bem informada.
Queridos Leitores, pedimos carinhosamente a todos que nos acompanhem nessa jornada fascinante da boa e elegante notícia. (Todas as terças feiras, estaremos atualizando nosso blog sobre o andamento dos trabalhos da Oficina de Jornalismo).

Cheiro de boas notícias pra todos!!!!!

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Avaliação e seus rsultados

A avaliação deve orientar a aprendizagem

Esqueça a história de usar provas e trabalhos só para classificar a turma. Avaliar, hoje, é recorrer a diversos instrumentos para fazer a garotada compreender os conteúdos previstos

Durante muito tempo, a avaliação foi usada como instrumento para classificar e rotular os alunos entre os bons, os que dão trabalho e os que não têm jeito. A prova bimestral, por exemplo, servia como uma ameaça à turma. Felizmente, esse modelo ficou ultrapassado e, atualmente, a avaliação é vista como uma das mais importantes ferramentas à disposição dos professores para alcançar o principal objetivo da escola: fazer todos os estudantes avançarem. Ou seja, o importante hoje é encontrar caminhos para medir a qualidade do aprendizado da garotada e oferecer alternativas para uma evolução mais segura.

Mas como não sofrer com esse aspecto tão importante do dia-a-dia? Antes de mais nada, é preciso ter em mente que não há certo ou errado, porém elementos que melhor se adaptam a cada situação didática. Observar, aplicar provas, solicitar redações e anotar o desempenho dos alunos durante um seminário são apenas alguns dos jeitos de avaliar (veja uma tabela com os instrumentos mais comuns, reunidos pela pedagoga Ilza Martins Sant'Anna e a consultora Heloisa Cerri Ramos). E todos podem ser usados em sala de aula, conforme a intenção do trabalho. Os especialistas, aliás, dizem que o ideal é mesclá-los, adaptando-os não apenas aos objetivos do educador mas também às necessidades de cada turma.

"A avaliação deve ser encarada como reorientação para uma aprendizagem melhor e para a melhoria do sistema de ensino", resume Mere Abramowicz, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Daí a importância de pensar e planejar muito antes de propor um debate ou um trabalho em grupo. É por isso que, no limite, você pode adotar, por sua conta, modelos próprios de avaliar os estudantes, como explica Mere. "Felizmente, existem educadores que conseguem colocar em prática suas propostas, às vezes até transgredindo uma sistemática tradicional. Em qualquer processo de avaliação da aprendizagem, há um foco no individual e no coletivo.

Mas é preciso levar em consideração que os dois protagonistas são o professor e o aluno - o primeiro tem de identificar exatamente o que quer e o segundo, se colocar como parceiro." É por isso, diz ela, que a negociação adquire importância ainda maior. Em outras palavras, discutir os critérios de avaliação de forma coletiva sempre ajuda a obter resultados melhores para todos. "Cabe ao professor listar os conteúdos realmente importantes, informá-los aos alunos e evitar mudanças sem necessidade", completa Léa Depresbiteris, especialista em Tecnologia Educacional e Psicologia Escolar.

Cipriano Carlos Luckesi, professor de pós-graduação em Educação da Universidade Federal da Bahia, lembra que a boa avaliação envolve três passos:
  • Saber o nível atual de desempenho do aluno (etapa também conhecida como diagnóstico);
  • Comparar essa informação com aquilo que é necessário ensinar no processo educativo (qualificação);
  • Tomar as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados (planejar atividades, sequências didáticas ou projetos de ensino, com os respectivos instrumentos avaliativos para cada etapa).
"Seja pontual ou contínua, a avaliação só faz sentido quando leva ao desenvolvimento do educando", afirma Luckesi. Ou seja, só se deve avaliar aquilo que foi ensinado. Não adianta exigir que um grupo não orientado sobre a apresentação de seminários se saia bem nesse modelo. E é inviável exigir que a garotada realize uma pesquisa (na biblioteca ou na internet) se você não mostrar como fazer. Da mesma forma, ao escolher o circo como tema, é preciso encontrar formas eficazes de abordá-lo se não houver trupes na cidade e as crianças nunca tiverem visto um espetáculo circense.

Mere destaca ainda que a avaliação sempre esteve relacionada com o poder, na medida em que oferece ao professor a possibilidade de controlar a turma. "No modelo tecnicista, que privilegia a atribuição de notas e a classificação dos estudantes, ela é ameaçadora, uma arma. Vira instrumento de poder e dominação, capaz de despertar o medo." O fato, segundo ela, é que muitos educadores viveram esse tipo de experiência ao frequentar a escola e, por isso, alguns têm dificuldade para agir de outra forma.

Para Mere, essa marca negativa da avaliação vem sendo modificada à medida que melhora a formação docente e o professor passa a ver mais sentido em novos modelos. Só assim o fracasso dos jovens deixa de ser encarado como uma deficiência e se torna um desafio para quem não aceita deixar ninguém para trás.
COMO APRESENTAR OS RESULTADOS
Observar, anotar, replanejar, envolver todos os alunos nas atividades de classe, fazer uma avaliação precisa e abrangente. E agora, o que fazer com os resultados? Segundo os especialistas, a avaliação interessa a quatro públicos:
  • ao aluno, que tem o direito de conhecer o próprio processo de aprendizagem para se empenhar na superação das necessidades;
  • aos pais, corresponsáveis pela Educação dos filhos e por parte significativa dos estímulos que eles recebem;
  • ao professor, que precisa constantemente avaliar a própria prática de sala de aula;
  • à equipe docente, que deve garantir continuidade e coerência no percurso escolar de todos os estudantes.
Cipriano Luckesi diz que, "enquanto é avaliado, o educando expõe sua capacidade de raciocinar". Essa é a razão pela qual todas as atividades avaliadas devem ser devolvidas aos autores com os respectivos comentários. Cuidado, porém, com o uso da caneta vermelha. Especialistas argumentam que ela pode constranger a garotada. Da mesma forma, encher o trabalho de anotações pode significar desrespeito. Tente ser discreto. Faça as considerações à parte ou use lápis, ok?

Dicas para a OBMEP

Primeira fase OBMEP 2015

Atenção galera da Edílson,  1ª fase da OBMEP é amanhã dia 02/6/2015 e demais datas segue abaixo.Boas provas e classificação.

Calendário – OBMEP 2015
23 de fevereiro
Abertura das inscrições (exclusivamente em www.obmep.org.br)
31 de março
Encerramento das inscrições
2 de junho
Terça-feira
Provas da 1ª Fase
12 de junho
Data-limite para as escolas enviarem os cartões-resposta dos alunos classificados para 2ª Fase
12 de agosto
Divulgação dos classificados para a 2ª Fase e do local de realização das provas
12 de agosto a 11 de setembro
Período para as escolas indicarem, na página da OBMEP, os professores dos alunos classificados para a 2ª Fase
12 de setembro
Sábado, 14:30 h (horário de Brasília)
Provas da 2ª Fase
27 de novembro
Divulgação dos premiados

Apresentação 2015



A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) é uma realização do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada - IMPA - e tem como objetivo estimular o estudo da matemática e revelar talentos na área.
Com satisfação apresentamos alguns programas desenvolvidos ao longo desses anos e convidamos você a conhecer um pouco mais a OBMEP.

Em primeiro lugar, destacamos o Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC). Destinado aos alunos medalhistas da OBMEP, o PIC é realizado por meio de uma rede nacional de professores em polos espalhados pelo país, e também no fórum virtual. Tem como objetivos despertar nos alunos o gosto pela matemática e pela ciência em geral e motivá-los na escolha profissional pelas carreiras científicas e tecnológicas. Ao longo de suas edições, a OBMEP já ofereceu a mais de 36 mil alunos a oportunidade de estudar Matemática por 1 ano, com bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e mais de 1800 alunos participaram do programa como ouvintes. Visite a página do PIC e conheça o material preparado para o programa:www.obmep.org.br/pic.html


PORTAL DA MATEMÁTICA
Lançamos o Portal da Matemática com aplicativos e videoaulas que cobrem todo o currículo da Matemática, do sexto ano do Ensino Fundamental ao terceiro ano do Ensino Médio. Esperamos contribuir com material de apoio a professores, a alunos e ao público em geral. Encontre na página http://matematica.obmep.org.br os cerca de quinhentos vídeos já preparados.


BANCO DE QUESTÕES E PROVAS ANTIGAS
Você quer se preparar ou quer preparar seus alunos para a próxima Olimpíada? Encontre em http://www.obmep.org.br/banco.htmos Bancos de Questões. Cada volume apresenta uma seleção de problemas, similares aos problemas das provas da OBMEP, divididos por níveis e por assuntos. Em http://www.obmep.org.br/provas.htm você encontra todas as provas anteriores da OBMEP, suas soluções e vídeos com a resolução das provas mais recentes.


PORTAL CLUBES DE MATEMÁTICA
Encontre toda a semana um desafio no blog http://clubes.obmep.org.br. Crie com seus amigos um clube de matemática, participe de gincanas e competições nacionais.
O clube lhe dará acesso também a um fórum onde você poderá discutir com outros alunos do país questões relacionadas à Matemática. Se você é professor(a), você também poderá participar.


POTI - POLOS OLÍMPICOS DE TREINAMENTO INTENSIVO
O programa é destinado aos interessados em se preparar para as provas da OBMEP e da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), que estejam matriculados no oitavo ou no nono ano do Ensino Fundamental ou em qualquer uma das séries do Ensino Médio. Maiores informações na página http://poti.impa.br.


PICME - PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E MESTRADO
O PICME é um programa que oferece aos estudantes universitários que se destacaram nas Olimpíadas de Matemática (medalhistas da OBMEP ou da OBM) a oportunidade de realizar estudos avançados em Matemática simultaneamente com sua graduação. Os participantes recebem as bolsas por meio de uma parceria com o CNPq (Iniciação Científica) e com a CAPES (Mestrado). Desde a sua criação, mais de 2000 alunos já receberam bolsa do PICME. Conheça melhor o programa emhttp://www.obmep.org.br/picme.html


PROGRAMA OBMEP NA ESCOLA
Voltado para o professor de matemática das escolas públicas, o programa quer estimular atividades extraclasse com o uso dos materiais da OBMEP, tais como provas e Bancos de Questões. Professores de todo o país são habilitados e preparados para desenvolver essa atividade em sua escola ou em escolas vizinhas. O programa conta com o apoio da CAPES. Visite a página para conhecer melhor o programa http://www.obmep.org.br/OBMEP_na_escola.html.

Você encontrará aqui muitas outras informações e eventos, como as cerimônias regionais e nacionais de premiação, encontros com alunos do PIC, etc.
Visite, participe e incentive a participação na OBMEP. Cerca de 19 milhões de alunos, em praticamente todos os municípios brasileiros, têm participado da competição!
OBMEP: somando novos talentos para o Brasil!

 

Linha do tempo das olimpíadas de matemática

Clique na imagem abaixo para saber mais
linha-do-tempo2015



segunda-feira, 25 de maio de 2015

Avaliação e Recuperação Paralela

Avaliação e Recuperação Paralela

AVALIAÇÃO

Instrumentos formais compõem a avaliação do desempenho e desenvolvimento dos alunos nesse segmento, em duas etapas distintas: a verificação, composta unicamente por questões discursivas, e a avaliação, um misto entre questões discursivas e objetivas de diferentes formatos (múltipla escolha, relação entre colunas, falso ou verdadeiro, etc.).
Há uma terceira proposta avaliativa intitulada de terceira nota, que consiste em atividades diversificadas e projetos de trabalho que estimulam a potencialização de habilidades e competências, para além dos conteúdos curriculares testados por via dos instrumentos formais.
Em todos os períodos letivos, a escola divulga para os alunos (em contexto de sala de aula) o calendário das semanas de provas e a composição de disciplinas por dia, bem como os conteúdos/habilidades/objetivos a serem explorados disciplinarmente.
Para os alunos que tenham faltado a alguma prova, a Escola propicia a 2ª chamada, aplicada sempre após o término do 1º e 2º períodos e, no caso específico do 3º, na última sexta-feira do ano letivo. As sequências de provas de 2ª chamada (dias e horários) são divulgadas juntamente com o calendário das provas sistemáticas.
Os conteúdos abordados em provas de 2ª chamada correspondem aos cumulativos de cada disciplina por período, assim como ocorre na etapa de Avaliação. A nota alcançada substituirá a que estiver em aberto (Verificação, Avaliação ou somatório de ambas). Ao aluno que faltar  à prova de 2ª chamada, sem justificativa de força maior, será atribuída nota zero na prova da disciplina com nota pendente (Verificação, Avaliação ou somatório de ambas).
No caso das terceiras notas, não há alternativas para reposição de atividades perdidas ou não executadas, a não ser em situações extremas de necessidades médicas comprovadas, a serem administradas caso a caso.
Os alunos são avaliados na escala de 0 a 10 em cada período, atribuindo-se para verificações e avaliações a nota 4,0 e para a terceira nota 2,0. Serão aprovados automaticamente os alunos que, ao final do ano, atingirem pontuação final igual ou superior a 6, sendo os demais submetidos a esquema de recuperação. O resultado final será constituído pela divisão entre a média aritmética alcançada no ano e a nota obtida no processo de recuperação, mantendo-se o critério de aprovação pautado no mínimo de 6,0.
RECUPERAÇÃO PARALELA
No âmbito do Ensino Fundamental II, após as verificações do 1º e 2º períodos, a Escola propicia aulas de recuperação paralela para os alunos que não atingirem pontuação mínima de 60%, de modo a resgatar conteúdos não assimilados e/ou elucidar dúvidas em relação aos focos trabalhados nos momentos avaliativos. Como a recuperação em processo tem em mira a formação continuada e as próximas etapas avaliativas, não se incorre em substituição das notas registradas.
Ao final do 3º período, os alunos que não alcançarem a média para aprovação participam do processo de Recuperação Final, conforme preconizado em lei.

Calendário de Recuperação


Atenção galera, Calendário de recuperação 1º bimestre 2015 vai ser assim: 28/5-Português, 29/5- História e Geografia, 30/5 - Matemática, 1/6 - Ciências e Inglês, 2/6 - OBMEP. Estudem muito. Boas provas e bons reultados.



A Coordenação

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Semana de avaliação, uma breve rflexão sobre o processo em si

      
Para nossa reflexão neste momento da avaliação do 1º bimestre.

Atualmente, muito se tem discutido sobre a avaliação no contexto escolar. Busca-se uma verdadeira definição para o seu significado, justamente porque esse tem sido um dos aspectos mais problemáticos na prática pedagógica.





          Apesar de ser a avaliação uma prática social ampla, pela própria capacidade que o ser humano tem de observar, refletir e julgar, na escola sua dimensão não tem sido muito clara. Ela vem sendo utilizada ao longo das décadas como atribuição de notas, visando a promoção ou reprovação do aluno.
          Sabe-se que a educação é um direito de todos os cidadãos, assegurando-se a igualdade de oportunidades (Constituição Brasileira). Inseridas neste contexto, ao estudarem, as pessoas passam muitas e muitas vezes pela avaliação, cujos aspectos legais norteiam o processo educacional através dos regimentos escolares. Assim, as avaliações são tidas como obrigatórias e, através delas, é expresso o "feedback" pelo qual se define o caminho para atingir os objetivos pessoais e sociais.
          Hoje a avaliação, conforme define Luckesi (1996, p. 33), "é como um julgamento de valor sobre manifestações relevantes da realidade, tendo em vista  uma tomada de decisão". Ou seja, ela implica um juízo valorativo que expressa qualidade do objeto, obrigando, conseqüentemente, a um posicionamento efetivo sobre o mesmo.
          A avaliação no contexto educativo, quer se dirija ao sistema em seu conjunto quer a qualquer de seus componentes, corresponde a uma finalidade que, na maioria das vezes, implica tomar uma série de decisões relativas ao objeto avaliado.
          A finalidade da avaliação é um aspecto crucial, já que determina, em grande parte, o tipo de informações consideradas pertinentes para analisar os critérios tomados como pontos de referência, os instrumentos utilizados no cotidiano da atividade avaliativa.
          Nem sempre o professor tem definido os objetivos que quer alcançar com seus alunos. Nesse sentido, a avaliação muitas vezes tem sido utilizada mais como instrumento de poder nas mãos do professor, do que como feedback para os seus alunos e para o seu
próprio trabalho. Na realidade, é comum ouvir dos professores, os famosos "chavões" sempre indicando o desempenho ruim de alguns alunos, esquecendo-se de que esse desempenho pode estar ligado a outros fatores que não só o contexto escolar.




         
Segundo Sant'Anna (1995, p. 27), "há professores radicais em suas opiniões, só eles sabem, o aluno é imbecil, cuja presença só serve para garantir o miserável salário detentor do poder".
          Nos dias de hoje, sabe-se que o professor tem "fortes concorrentes": a televisão, videocassete, computador, e aquele, em contrapartida, na sala de aula, tem o quadro negro e o giz. Não seria pertinente  pensar na questão da utilização dos recursos no dia-a-dia, explorando mais o que o aluno tem fora, em casa, não só para as suas aulas, mas também para o processo de avaliação? Ezpeleta & Rockwell (1986, p. 25) declaram que "o conhecimento que um professor desenvolve ao trabalhar com um grupo de criança, incorpora necessariamente elementos de outros domínios de sua vida".
          Na realidade, muitos professores fazem uso da avaliação, cobrando conteúdos aprendidos de formas mecânicas, sem muito significado para o aluno. Chegam  até mesmo a utilizar a ameaça, vangloriam-se de reprovar a classe  toda e/ou realizar vingança contra os alunos inquietos, desinteressados, desrespeitosos, levando estes e seus familiares ao desespero.
          Enfatiza Hoffmann (1993) que geralmente os professores se utilizam da avaliação para verificar o rendimento dos alunos, classificando-os como bons, ruins, aprovados e reprovados. Na avaliação com função simplesmente classificatória, todos os instrumentos são utilizados para aprovar ou reprovar o aluno, revelando um lado ruim da escola, a exclusão. Segundo a autora, isso acontece pela falta de compreensão de alguns professores sobre o sentido da avaliação, reflexo de sua história de vida como aluno e professor.
          De acordo com Moretto (1996, p. 1) a avaliação tem sido um processo angustiante para muitos professores que utilizam esse instrumento como recurso de repressão e alunos
que identificam a avaliação como o "momento de acertos de contas", "a hora da verdade", "a hora da tortura".
         
Percebe-se que a avaliação tem sido utilizada de forma equivocada pelos professores. Estes dão sua sentença final de acordo com o desempenho do aluno.
          Luckesi (1996) alerta que a avaliação com função classificatória não auxilia em nada o avanço e o crescimento do aluno e do professor, pois constitui-se num instrumento estático e frenador de todo o processo educativo. Segundo o autor, a avaliação com função diagnóstica, ao contrário da classificatória, constitui-se num momento dialético do processo de avançar no desenvolvimento da ação e do crescimento da autonomia.






          Essa problemática em torno da avaliação ocorre não só na educação infantil, mas no ensino regular, médio e superior. E a exigência de um processo formal de avaliação surge por pressões das famílias.
          Exercendo a função de avaliador, deve-se ter claro o desenvolvimento integral do aluno pois, segundo Jersild (apud Sant"Anna, 1995, p. 24, "a autocompreensão e a auto aceitação do professor constituem o requisito mais importante em todo o esforço destinado a ajudar os alunos a se compreenderem e forjar neles atitudes sadias de auto-aceitação".
          O professor deve ver seu aluno como um ser social e político, construtor do seu próprio conhecimento. Deve percebê-lo como alguém capaz de estabelecer uma relação cognitiva e afetiva com o seu meio, mantendo uma ação interativa capaz de uma transformação libertadora e propiciando uma vivência harmoniosa com a realidade pessoal e social que o envolve. O professor deverá, ainda, ser o "mediador" entre o aluno e o conhecimento, proporcionando-lhe os conhecimentos sistematizados. Assim, nessa visão, o professor deixa de ser considerado "o dono do saber" e o aluno, um mero receptor de informações.
          O ato de avaliar não pode ser entendido como um momento final do processo em que  se verifica o que o aluno alcançou. A questão não está, portanto, em tentar uniformizar o comportamento do aluno, mas em criar condições de aprendizagem que permitam
a ele, qualquer que seja seu nível, evoluir na construção de seu conhecimento.
         
A avaliação tem um significado muito profundo, à medida que oportuniza a todos os envolvidos no processo educativo momentos de reflexão sobre a própria prática. Através dela, direciona o trabalho, privilegiando o aluno como um todo, como um ser social com suas necessidades próprias e também possuidor de experiências que devem ser valorizadas na escola. Devem ser oportunizados aos alunos os conhecimentos historicamente acumulados pela humanidade.
          Nesse sentido, faz-se necessário redimensionar a prática de avaliação no contexto escolar. Então, não só o aluno, mas o professor e todos os envolvidos na prática pedagógica podem, através dela, refletir sobre sua própria evolução na construção do conhecimento.
          O educador deve ter, portanto, um conhecimento mais aprofundado da realidade na qual vai atuar, para que o seu trabalho seja dinâmico, criativo, inovador. Assim, colabora para um sistema de avaliação mais justo que não exclua o aluno do processo de ensino-aprendizagem, mas o inclua como um ser crítico, ativo e participante dos momentos de transformação da sociedade. 






REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Constituição.  Constituição da República Federativa do Brasil: 1988.  São Paulo : Saraiva 1988.
EZPELETA, Justa,  ROCKWELL, Elsie. Pesquisa participante. São Paulo : Cortez, 1986.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação mito & desafio:  uma perspectiva construtiva.  11. ed.  Porto Alegre :  Educação & Realidade, 1993.
LUCKESI, C. C.  Avaliação da aprendizagem escolar. 4. ed.  São Paulo : Cortez, 1996.
MORETTO, Vasco.  Avaliação da aprendizagem: uma relação ética.  In: VI CONGRESSO PEDAGÓGICO DA ANEB. Brasília,
     1996.  ( Palestra).
SANT'ANNA, Ilza Martins.  Por que avaliar? Como Avaliar? critérios e instrumentos.  Petrópolis : Vozes, 1995.

 


Resumo: O presente trabalho faz uma reflexão sobre a avaliação no contexto educacional, caracterizada em sua amplitude, nos aspectos que lhe dão a devida relevância e na ótica dos autores que têm oferecido contribuições.

Abstract: This research is a reflection about the education assessment, with emphasis on its scope, most important issues and the views of authors who seek to offer contributions.

Palavras-Chave: Avaliação; Educação; Professor

Key Words: Assessment; Educational; Teacher
   REGINA CELIA ADAMUZ (*)

                                                       

terça-feira, 19 de maio de 2015

apuraçao de votos





Eleição


 
A História do Grêmio no Brasil
 
 
 
 
A juventude sempre cumpriu – e cumpre – um papel importante na História dos povos. No Brasil, também é assim. Selecionamos alguns momentos importantes em que os estudantes organizados se posicionaram, defendendo os direitos de nossa sociedade, transformando a realidade em que viviam e contribuindo ativamente na construção de um país melhor. E fizeram História.

1710 - Quando mais de mil soldados franceses invadiram o Rio de Janeiro, uma multidão de jovens estudantes de conventos e colégios religiosos enfrentou os invasores, vencendo-os e expulsando-os.
1786 - Doze estudantes brasileiros residentes no exterior fundaram um clube secreto para lutar pela Independência do Brasil. Alguns estudantes desempenharam papel fundamental para o acontecimento da Inconfidência Mineira.
1827 - Foi fundada a primeira faculdade brasileira, a Faculdade de Direito do Largo São Francisco. Este foi o primeiro passo para o desenvolvimento do movimento estudantil, que logo integrou as campanhas pela Abolição da Escravatura e pela Proclamação da República.
1897 - Estudantes da Faculdade de Direito da Bahia divulgaram, através de um documento escrito, as atrocidades ocorridas em Canudos (BA).
1901 - Fundação da Federação de Estudantes Brasileiros, que iniciou o processo de organização dos estudantes em entidades representativas.
1914 - Estudantes tiveram participação significativa na Campanha Civilista de Rui Barbosa ocorrida em meados do século XX, e na Campanha Nacionalista de Olavo Bilac, promovida durante a 1ª Guerra Mundial.
1932 - A morte de quatro estudantes (MMDC – Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo) inspirou a revolta que eclodiu na insurreição de São Paulo contra o Governo Central (Revolução Constitucionalista).
1937 - Criação da União Nacional dos Estudantes (UNE), a entidade brasileira representativa dos estudantes universitários.
1952 - Primeiro Congresso Interamericano de Estudantes, no qual se organizou a campanha pela criação da Petrobrás – “O Petróleo é Nosso”.
1963/64 - Os estudantes foram responsáveis por um dos mais importantes momentos de agitação cultural da história do país. Era a época do Centro Popular de Cultura (CPC) da UNE, que produziu filmes, peças de teatro, músicas, livros e teve uma influência, que perdura até os dias de hoje, sobre toda uma geração.
1964 - Em 1º de abril, o Golpe Militar derrubou o presidente João Goulart. A partir daí foi instituída a ditadura militar no Brasil, que durou até o ano de 1985. Neste período as eleições eram indiretas, sem participação direta da população no processo de escolha de presidente e outros representantes políticos.

Os estudantes formavam uma resistência contra o regime militar, expressando-se por meio de jornais clandestinos, músicas e manifestações, apesar da intensa repressão.

1968 - Em março, morre o estudante Edson Luís, assassinado por policiais no restaurante Calabouço, no Rio de Janeiro. No congresso da UNE, em Ibiúna, os estudantes reuniram-se para discutir alternativas à ditadura militar. Houve invasão da polícia, muitos estudantes foram presos, mortos ou desapareceram, evidenciando a repressão e a restrição à liberdade de expressão que eram características desse período. Em junho deste ano ocorre a passeata dos Cem Mil, que reuniu artistas, estudantes, jornalistas e a população em geral, em manifesto contra os abusos dos militares.

Em dezembro, durante o governo do general Arthur da Costa e Silva, foi assinado e decretado o Ato Institucional número 5 (AI-5) que cassou a liberdade individual, acabando com a garantia de Habeas Corpus da população.

1979 - As entidades estudantis começam a ser reativadas. Acontece a primeira eleição por voto direto na história da UNE, quando é eleito o presidente baiano Rui César Costa e Silva.
1984 - “1,2,3,4,5 mil. Queremos eleger o presidente do Brasil!” Diretas Já! – movimento da população, com participação fundamental dos estudantes e dos políticos progressistas, para a volta das eleições diretas para presidente no Brasil. O congresso votou a favor das eleições indiretas e Tancredo Neves foi nomeado presidente para o próximo mandato (a partir de 1985). Ficou decidido que as próximas eleições, em 1989, seriam diretas. Depois de 34 anos de eleições indiretas Fernando Collor de Melo é eleito presidente.
1992 - Acontecem sucessivas manifestações nas ruas contra a corrupção no governo dando início ao movimento de estudantes chamado Caras Pintadas, que resultou no Impeachment do então Presidente da República, F

Parabéns alunos da Edílson por exercer o direito de votar em candidato de sua preferência de forma livre e democrática.
— com Beatriz Oliveira.