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Livro Escritores da Periferia

Livro Escritores da Periferia
Uma produção dos alunos da escola Edílson Façanha

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

O que são as diretrizes curriculares?

O que são e para que servem as diretrizes curriculares

Entenda quais as funções das orientações que são obrigatórias na Educação Básica

O que são e para que servem as diretrizes curriculares?
João Bittar/MEC



Lucas Rodrigues

As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) são normas obrigatórias para a Educação Básica que orientam o planejamento curricular das escolas e dos sistemas de ensino. Elas são discutidas, concebidas e fixadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE).
Atualmente, existem diretrizes gerais para a Educação Básica. Cada etapa e modalidade da dela (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio) também apresentam diretrizes curriculares próprias. A mais recente é a do Ensino Médio.

As diretrizes buscam promover a equidade de aprendizagem, garantindo que conteúdos básicos sejam ensinados para todos os alunos, sem deixar de levar em consideração os diversos contextos nos quais eles estão inseridos.


O que são e qual é a função das diretrizes curriculares?
As Diretrizes Curriculares Nacionais são um conjunto de definições doutrinárias sobre princípios, fundamentos e procedimentos na Educação Básica que orientam as escolas na organização, articulação, desenvolvimento e avaliação de suas propostas pedagógicas.

As DCNs têm origem na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de 1996, que assinala ser incumbência da União "estabelecer, em colaboração com os estados, Distrito Federal e os municípios, competências e diretrizes para a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio, que nortearão os currículos e os seus conteúdos mínimos, de modo a assegurar a formação básica comum".

O processo de definição das diretrizes curriculares conta com a participação das mais diversas esferas da sociedade. Dentre elas, o Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Educação (Consed), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd), além de docentes, dirigentes municipais e estaduais de ensino, pesquisadores e representantes de escolas privadas.


As diretrizes curriculares preservam a autonomia dos professores?
As diretrizes curriculares visam preservar a questão da autonomia da escola e da proposta pedagógica, incentivando as instituições a montar seu currículo, recortando, dentro das áreas de conhecimento, os conteúdos que lhe convêm para a formação daquelas competências explícitas nas DCNs.

Desse modo, as escolas devem trabalhar os conteúdos básicos nos contextos que lhe parecerem necessários, considerando o perfil dos alunos que atendem, a região em que estão inseridas e outros aspectos locais relevantes.


Quais são as diferenças entre as diretrizes curriculares e os parâmetros curriculares?
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) são diretrizes separadas por disciplinas elaboradas pelo governo federal e não obrigatórias por lei. Elas visam subsidiar e orientar a elaboração ou revisão curricular; a formação inicial e continuada dos professores; as discussões pedagógicas internas às escolas; a produção de livros e outros materiais didáticos e a avaliação do sistema de Educação. Os PCNs foram criados em 1997 e funcionaram como referenciais para a renovação e reelaboração da proposta curricular da escola até a definição das diretrizes curriculares.

Já as Diretrizes Curriculares Nacionais são normas obrigatórias para a Educação Básica que têm como objetivo orientar o planejamento curricular das escolas e dos sistemas de ensino, norteando seus currículos e conteúdos mínimos. Assim, as diretrizes asseguram a formação básica, com base na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), definindo competências e diretrizes para a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio.


Quais são as diferenças entre as diretrizes curriculares e as expectativas de aprendizagem (direitos de aprendizagem)?
As expectativas de aprendizagem definem o que se espera que todos os alunos aprendam ao concluírem uma série e um nível de ensino. Elas foram previstas pelo CNE nas diretrizes gerais da Educação Básica.

Diferentemente das diretrizes, que são mais amplas e genéricas, as expectativas contemplam recomendações explícitas sobre os conhecimentos que precisam ser abordados em cada disciplina. Contudo, as expectativas de aprendizagem não configuram uma listagem de conteúdos, competências e habilidades, mas sim um conjunto de orientações que possam auxiliar o planejamento dos professores, como materiais adequados, tempo de trabalho e condições necessárias para colocá-lo em prática. No momento, as expectativas de aprendizagem (direitos de aprendizagem) estão em discussão no MEC.


Onde consultar mais informações sobre as diretrizes curriculares?
O site do MEC possui uma página sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica, acesse aqui.

Nova base curricular nacional

Nova base curricular deve ser 60% padronizada e 'dialogar' com Enem

MEC lançará proposta de Base Nacional Comum de ensino na quarta (16).
Renato Janine diz que meta é concluir a reforma até março de 2016.

Will SoaresDo G1, em São Paulo
Ministro da Educação, Renato Janine, ministrou palestra em SP nesta terça (Foto: Will Soares/G1)Ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, ministrou palestra em SP nesta terça (Foto: Will Soares/G1)
Padronização com liberdade para regionalismos e diálogo com o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foram metas do Ministério da Educação (MEC) na elaboração da proposta da Base Nacional Comum Curricular. Segundo o ministro Renato Janine Ribeiro, o MEC deve divulgar nesta quarta-feira (16) a proposta preliminar com as diretrizes da reforma do currículo escolar no Brasil.
No ensino médio, a Base Comum tem que dialogar com o Enem. A tendência de todo o sistema educacional há muito tempo é que o ensino médio seja telegovernado pelo acesso a universidade. É uma coisa que temos de pensar."
Renato Janine Ribeiro,
ministro da Educação
A Base Nacional Comum Curricular (BNC) é uma determinação do Plano Nacional de Educação (PNE). Entre outras medidas, vai determinar um currículo mínimo para todos os alunos das 190 mil escolas de educação básica do país. A expectativa do ministro é concluir todo o processo ainda em 2016.
Nesta terça, durante palestra no Fórum Educação, evento promovido pela revista Exame, na cidade de São Paulo, o ministro antecipou que o texto preliminar do documento, redigido pelo MEC e por comissões de especialistas, vai padronizar como será pelo menos 60% do currículo da educação básica.

Além disso, Janine diz que a reforma tem que buscar outros parâmetros que não apenas o conteúdo segmentado cobrado em vestibulares.
ENTENDA A BASE NACIONAL COMUM
O QUE É: A BNC é o documento que detalha o que precisa ser ensinados em Matemática,  Linguagens e Ciências da Natureza e Humanas nas escolas do país.
PREVISTA EM LEI: A Base Comum está prevista na Constituição, na Lei de Bases da Educação e no Plano Nacional de Educação.
CONTRIBUIÇÕES: Os debates e propostas serão concentrados no portal http://basenacionalcomum.mec.gov.br/
PRAZO: O PNE (Plano Nacional de Educação) estabelece que até junho de 2016 deva ser cumprida a meta de estabelecer uma "proposta de direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento".  A Base Nacional será apresentada como resposta a essa demanda.
 “No ensino médio, a Base Comum tem que dialogar com o Enem. A tendência de todo o sistema educacional há muito tempo é que o ensino médio seja telegovernado pelo acesso a universidade. É uma coisa que temos de pensar.”, afirmou.
Para ele, o projeto brasileiro é ambicioso: “Em alguns países demorou mais de cinco, oito anos para ser elaborado. Queremos fazer em um ano, um ano e meio. Queremos antecipar, inclusive, sua aprovação final se conseguirmos”, afirmou Janine.
Ensino por região
O ministro também afirmou que o projeto vai propor que parte do ensino das disciplinas seja variável conforme as demandas regionais de cada parte do país.
Segundo o ministro, as aulas de história, geografia, português e biologia são exemplos das que “clamam por uma diferença regional forte”.
“Embora nossa língua seja a mesma no país todo, nós temos formas de construí-la e de usá-la diferentes, conforme a região e o estado. É importante que quem nasça na região da Amazônia saiba e desenvolva a história da colônia que se chamou Grão-Pará, que era separada da colônia no Brasil. Eu não aprendi isso na escola”, justificou.
Consulta popular
Caso o governo siga o cronograma estipulado pelo PNE, a proposta da Base Nacional Comum que será divulgada nesta quarta ainda vai passar por uma consulta pública antes da redação do texto final.
A população poderá enviar sugestões para o projeto por meio de uma plataforma que será disponibilizada no portal do MEC até o mês de dezembro. A proposta final será, então, consolidada e deve ser enviada para a aprovação do Conselho Nacional de Educação (CNE) até março de 2016.
Para Janine, a Base Nacional Comum "não fará absolutamente sentido se houver muitas críticas ou propostas de mudança".
Por conta disto, ele pede a participação popular para o sucesso do projeto: "Ela [base] não será a melhor possível se simplesmente for a que foi examinada pelas comissões. Embora eu tenha lido e ficado satisfeito com a maior parte, tenho certeza de que tudo poderá ser melhorado", concluiu.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Escola Edilson Façanha
Projeto interdisciplinar de leitura: O pequeno príncipe e contos infantis.

Livro: O pequeno príncipe – Autor: Antoine de Saint-Exupéry
ANOS: 6º ao 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
TEMA: FAMÍLIA E MUDANÇAS DE VALORES - CONTRIBUIÇÕES NO DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM DA CRIANÇA
SUBTEMA: FAMÍLIA, ESCOLA, ALUNOS, AMIZADE

I-             JUSTIFICATIVA

O envolvimento e a participação da família no ambiente escolar nos dias atuais são considerados um componente importante para o desempenho ideal das instituições de ensino, e para a segurança da criança em sua vida escolar. Por isso, faz-se necessário que a família procure acompanhar o desenvolvimento dela em todo o seu processo de aprendizagem, tanto no lar quanto na sua atividade na escola.














II-            METODOLOGIAS

ü    Histórias infantis (analogia, reforçando os seus iguais e diferenças)
ü    Histórias em quadrinhos (que abordem o assunto: família/amizade
ü    Contos
ü    Diálogo sobre a família (mostrar sua importância na formação do ser humano)
ü    Álbum da família
ü    Montagem da árvore genealógica – discutir o desempenho de cada membro da família: as diferenças e semelhanças
ü    Levar para a sala fotografias da família
ü    Músicas que retratem a importância da união familiar, bem como fantoches e teatro, partindo do tema
ü     Mural com palavras mágicas que ajudem na boa convivência; bem como um mural da família (com fotos ou recortes); aproveitar para mostrar as diversas estruturas familiares e ressaltar a importância do amor, respeito, solidariedade, etc.
ü    Trabalhar o cuidado com o corpo humano
ü    Trabalhar a auto-estima e a responsabilidade de cada aluno
ü    Trabalhar com os conteúdos sobre higiene e fazer com que eles reflitam também em casa.



III-           TEMAS TRANSVERSAIS

ü    ÉTICA– participação no espaço público; atitude de respeito pela diferença – situações cotidianas; respeito mútuo; solidariedade; diálogo;

ü    PLURALIDADE CULTURAL – conhecimento e valorização de características étnicas e culturais dos diferentes grupos sociais – desigualdades sociais.

IV-          ÁREAS DO CONHECIMENTO: Português, Geografia, História, Ciência, Matemática, Arte , Inglês, Religião e Educação Física.

V-           OBJETIVOS

ü    Propiciar a compreensão da literatura como experiência essencial de comunicação, bem como o conhecimento de diversos gêneros textuais;
ü    Propiciar conhecimento e discussão de textos que problematizem a realidade
ü     Levar o aluno a repensar atitudes de respeito pela diferença nas situações cotidianas, bem como um conhecimento crítico da realidade e o desenvolvimento de sua autonomia;
ü    Valorizar dentro do ambiente escolar e familiar a importância do diálogo;
ü    Promover a integração entre família e escola, estimulando o rendimento e o comportamento escolar;
ü    Ressaltar a importância da afetividade na escola e na família;
ü    Trabalhar o lógico-matemático, lingüística e produção de textos coletivos;
ü    Orientar os alunos sobre os direitos e deveres de cada um (normas da escola), bem como adotar atitudes de solidariedade, companheirismo, respeito e cooperação;

ü    Aprender a resolver conflitos por meio do diálogo, ouvir e respeitar os outros;

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Projeto Pequeno Principe


                   Um projeto interdisciplinar realizado pelos professores da escola Edílson Façanha, que envolve os alunos de 6º ao 9º anos do Ensino Fundamental. Nossos alunos leram  a Obra o Pequeno Príncipe, assistiram o filme, produziram textos, encenaram a estória, recitaram poesias, elaboraram murais, varais, maquetes e outros tantos trabalhos escolares.
Agora é hora de socializar as produções e aprender com os colegas, que de forma coletiva re-construíram os conhecimentos, realizaram novas leituras e relacionaram com suas práticas sociais.
Dia 14/11/2015, de 8h às 11h.


Resenha de Livros: O Pequeno Príncipe – Um pequeno viajante e sua coroa.
Depois de muito pensar, acabei conseguindo escolher a Resenha de Livros pelo qual falarei essa semana, sou bem indecisa e acredito que os livros têm vida e vontade própria, por isso não quero que sintam ciúmes por minha escolha para as resenha de livros do Plante uma Semente.
Mas como não fazer uma resenha de livros desse livro, creio que todos já ouviram falar, mesmo que por um instante do pequeno príncipe mais curioso do mundo… Sim, vou falar sobre nosso doce e amado ‘O Pequeno Príncipe’.


Resenha de Livros: O Pequeno Príncipe
Resenha de Livros: O Pequeno Príncipe

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Livro: O pequeno príncipe
Título Original: Le petit prince
Autor(a): Antoine de Saint-Exupéry
Tradução: Dom Marcos Barbosa
Ed.: Editora Agir
Páginas: 95
Formato: 15 x 21 cm
Nota: 10
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Plante uma Semente - Resenha de Livros
Resumo do Livro:
A fábula mais adorável que conheço em que escolhi para a Resenha de livros dessa semana, narra as histórias de um piloto que desistiu de ser desenhista em sua infância, justamente porque os adultos não entendiam suas pequenas obras de artes.
Assim o autor relata as divergências entre adultos que perderam seus sonhos e esperanças e as crianças que vêem a vida sem fronteiras ou obstáculos.
Ao tornar-se piloto, um belo dia, este acaba sofrendo pane em seu avião e sozinho acabou tendo que passar a noite no deserto do Saara, sendo acordado na manhã seguinte por um menino pedindo-lhe que desenhasse um carneiro.
Isso mostra o simples pensamento de uma criança, a simplicidade pela qual é narrada a história, fez com que ‘O pequeno príncipe‘ marcasse a numeração de 134 milhões de livros vendidos em todo o mundo, sendo 8 milhões apenas no Brasil e traduzido para 220 línguas e dialetos. E ganhasse o direito de ser a segunda Resenha de Livros do Plante uma Semente.
A vida simples do pequeno príncipe, que tinha a possibilidade de ver constantemente o pôr do sol, e seus cuidados contínuos com sua rosa formavam o seu ser. Ele, como todos nós, tem um pouquinho do que vivemos, do que vemos, do que aprendemos e das pessoas pelas quais convivemos.
Tudo nesse livro te leva a pensar em sair da nossa redoma inquebrável paraconhecer outros planetas, com suas culturas totalmente diferentes.
O Pequeno Príncipe te leva a sair dessa redoma e viajar com ele por entre outros planetas e conhecer sua diversidade, tal qual, ele acaba conhecendo personagens incríveis com suas formas diferentes e loucas de pensar:
O rei que tudo ordenava, mas só o que estava dentro do possível, ensinando-nos que cada um só pode dar aquilo que tem.
Ou o homem de negócios que contava as estrelas que, em sua mente, todas pertenciam a ele, quase sem tempo para viver, ele se assemelhava ao bêbado, com seu vício em trabalho.
A doce e vaidosa rosa, que cativa o coração do pequeno príncipe, tal qual, cativa o nosso e ensina a cada um, que ninguém vive sem amor, sem cuidados e carinho.
A complexidade de seus personagens e suas mensagens me faz pensar na forma que julgamos a todos e como julgar é errado, já que cada um tem seu próprio mundo, então, para mim um fator pode ser errado, mas para outro pode ser o certo a ser feito.
Não podemos esquecer-nos de falar da raposa, creio ser uma importante personagem, que ensina ao pequeno príncipe o valor da amizade, juntamente com a palavra ‘cativar’, que significa ‘conquistar’ e requer responsabilidade para tal:
” Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. ”
Depois dessa pequena resenha de livros, devo dizer que possa ser astrônomo, geógrafo, acendedor de lampiões, homem de negócios ou vaidoso, você é você e tudo o que viveu te representa, faz parte da sua história e isso faz você ser quem é!
Plante uma Semente - Resenha de Livros
Sobre o Autor:
Filho do conde e condessa de Foscolombe, Antoine de Saint-Exupéry foi escritor, ilustrador e piloto, iniciando sua carreira militar em 1921. Viajou pelo mundo, fazendo-o parecer menor, mas ao escrever, transformava-o em imensidão.
Em 1940, o francês partiu para Nova York, onde começou a desenhar para os editores, o menino cativante da, atualmente, famosa fábula.
A primeira edição do O Pequeno Príncipe foi em 1943, quando recebeu seus primeiros exemplares, pouco antes de seu embarque para a África do Sul, junto com as tropas americanas para lutar pela França. No dia 31 de Julho de 1944 não retornou da sua última missão.
Seus livros levam sempre mensagens de valores fundamentais, universais e ética, além de recuperar a criança que existe em nós, relembrando a inocência desse período.
Plante uma Semente - Resenha de Livros
Essa Resenha de Livros acabou sendo postada hoje, em uma Segunda-Feira. Bem, espero que com essa super Resenha de Livros do O Pequeno Príncipe sua semana possa ser ótima!
Para receber, em primeira mão, avisos sobre novas postagens do Plante uma Semente, diretamente, em sua caixa de e-mail, cadastre-se no link abaixo:
Se você possui boas lembranças da leitura do O Pequeno Príncipe ou ainda vai ler, deixe nos comentários. Sua participação é muito importante para o Plante uma Semente! :)
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Não se esqueça: Plante uma Semente conosco!
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Gabrielle Almeida.



A Coordenação

Calendário de atividades do 4º bimestre

Galera da Edílson e colegas professores, segue abaixo Calendário de atividades do 4º Bimestre 2015.


Oficina de jornalismo

Escola Edílson Façanha
Oficina Básica de Jornalismo escrito
Produto: Blog Escolar
Clientela: alunos da escola Edílson Façanha
Turmas: 7º, 8º e 9º anos
Início: jun/15
Término: ou/15
Horas: 30h/aulas
Formadora: Professora Maria Antônia
Coordenador: Prof. Élson Mariano

I-             O que é notícia?

Noticia é qualquer tipo de informação que apresenta um acontecimento novo ou recente, ou que divulga uma novidade sobre uma situação já existente.
A origem da palavra “noticia”, vem do latim, em que notícia significa notoriedade.
No jornalismo, a notícia se caracteriza por um texto informativo de interesse público, que narra algum fato recente ocorrido no país ou no mundo.
A narração de uma notícia de gênero jornalístico deve ser feita de forma exata, objetiva e imparcial.
A notícia tem os gêneros mais variados possíveis como:
Culturais
Políticas
Sociais
Policia
Comportamento
Humorista, etc
Em se referindo as notícias históricas, podemos dar alguns exemplos como: (história geral, arqueologia, costumes, lendas, culturas etc... citar exemplos).
Em se tratando de tempo, a notícia representa o passado, presente e futuro. ( Citar exemplos) noticia “fresquinha”, noticia que não envelhece e noticia que prevê um acontecimento.
Bases que a notícia:
Ética
Informação verdadeira
Pesquisa
Checagem dos dados
Confronto da informação
O que não é ético na noticia
Invasão de privacidade
Falta de veracidade, etc

II-            Principais perguntas que estruturam uma notícia:
O que?
Quem?
Quando?
Onde?
Como?
Por quê?

III-          Organograma da noticia:
Pauteiro
Repórter
Editor de texto
Revisor
Diagramador
Impressão e/ou postagem

IV-          Quem produz a notícia oficial:
Recados
Diálogos
Cartas, bilhetes
Telefonemas
Mídia digital, etc

V-           Quem produz noticia informal:

Qualquer pessoa ou grupo de pessoas podem repassar ou produzir a noticia. Ela não precisa necessariamente ser apresentada por órgãos oficiais especializados no assunto.
VI-          Quem recebe a noticia:
A notícia não tem um público especifico porque é universal e não REM rótulo. Ela chega a todos os lugares e atinge todos os níveis sociais. Daí, a importância de produzi-la de forma clara e objetiva para que o seu conteúdo possa ser compreendido.

VII-        Linguagem técnica da noticia
Assim como em todas as demais profissões, a notícia também tem regras e linguagem própria. E importante conhecer um pouco desse processo para que entre os exageros da própria noticia, os erros não venham tirar o brilho do fato em si, ou mesmo, a vontade do leitor de iniciar e terminar uma leitura. E muito importante saber fazer uso das palavras de forma clara, objetiva e acessível para que a dinâmica do que está sendo passado para os leitores, não se transforme em fatos (truncados0 que desestimulem o público a continuar lendo a matéria, ou que leiam, mas não consigam entendê-las.
Tipo de linguagem que deve ser usada no jornalismo:
Coloquial
Materna
Universal
(Recomendação de leitura para posterior discussão rigor da escrito-pública).

VIII-       Como colher a informação
Está no lugar dos acontecimentos
Averiguar todos os fatos
Anotar todas as informações
Anotar o nome completo de todas as pessoas que contribuíram com as informações sem esquecer:
Onde moram
Profissão
O que viram
Como viram
Anotar telefone. (indispensável)

IX-          Credibilidade da notícia ao fazer uso da Matemática através de números ou estatísticas:
Quem produziu;
Quantas eram;
Qual o percentual de público presente;
Qual o percentual que faltou etc
Nunca se esquecer de citar a

X-           Observação do local:

Olhar curiosamente sempre em sua volta de forma discreta;
Quando chegar ao local dos fatos seja eles de natureza, procurar quem está coordenando o evento;
Objetivo do evento;
Quem está promovendo;
Qual a finalidade;
Quem está participando;
Quantos estão participando;
De onde veio? Citar local sempre;.
Anotar sempre o número do telefone dos entrevistados e de quem está coordenando o evento.
Muitas vezes podemos esquecer informações fundamentais que se não tiver uma forma de contato, pode até nos impossibilitar de produzir a notícia.
Quando chegar a um local Por exemplo: seminários, palestras, etc
Pergunte ao entrar quem é o responsável pelas informações sobre o fato. Peça para falar com ele e através dele, você colherá as informações necessárias.
Essa mesma pessoa, também poderá indicar quem será o entrevistado ou os entrevistados e ainda lhe passar uma (realize) que vai auxiliar no fechamento da sua notícia.




Rio Branco-Acre, 10 de junho de 2015


“Com a inspiração de deus, conclui mais um trabalho”